Emagrecimento e Ortomolecular: entenda como essa prática pode contribuir para um emagrecimento efetivo

Nos últimos anos, o aumento no índice de pessoas identificadas com sobrepeso ou já classificadas com algum grau de obesidade vem ganhando cada vez mais destaque e, por consequência, exigindo cada vez mais atenção por parte de toda a sociedade. Para se ter uma ideia dos números divulgados mais recentemente, o novo relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) revela que mais da metade da população brasileira está com sobrepeso, sendo que a obesidade já atinge nada menos que 20% das pessoas adultas.

Não obstante as iniciativas empreendidas pelos mais diferentes segmentos sociais no propósito de conscientizar a população quanto aos riscos da má alimentação e de mobilizá-la à adesão de uma dieta mais saudável, o fato é que, na prática, emagrecer ainda é um desafio que precisamos vencer por conta própria e que, para a maioria das pessoas, ainda exige muita disciplina e força de vontade, não é mesmo? Afinal, além de “não ser lá muito atrativa” a ideia de renunciar a uma série de prazeres gastronômicos e de dar adeus ao sedentarismo, nem sempre a adoção de novos hábitos costuma ser o bastante para assegurar a nossa perda de peso.

Assim, diante da necessidade de eliminar os quilos excedentes e na impossibilidade de que o nosso emagrecimento seja viabilizado por meio dessas ações mais comuns, de que modo poderíamos nos valer das novas perspectivas da Medicina para assegurar resultados bem mais efetivos?

 

A visão da medicina ortomolecular

Por definição, “ortomolecular”, corresponde a “medida certa das moléculas”.

De acordo com a Associação Brasileira de Medicina Ortomolecular (ABMO), a denominação “medicina ortomolecular” existe desde as primeiras publicações do PhD, Prof. Linus Carl Pauling, bioquímico, cientista e pesquisador que conquistou dois prêmios Nobel – um relativo à Química e outro referente à sua postura pacifista. Pauling desenvolveu importantes pesquisas partindo da observação de que o surgimento das nossas doenças estaria associado à deficiência ou ao excesso de compostos químicos no nosso organismo.

Nesse sentido é que, objetivamente, o que diferencia a visão ortomolecular das demais especialidades clínicas é a concepção de que muitas das nossas disfunções (orgânicas e psíquicas) são desencadeadas pelo desequilíbrio de vitaminas, micronutrientes e radicais livres (conhecidos por provocarem o envelhecimento das células).

Mais especificamente, a ABMO define a medicina ortomolecular como uma ciência que “visa ao equilíbrio bioquímico molecular/celular do organismo humano, considerando a bioquímica individual e se utilizando, essencialmente, de vitaminas, minerais, aminoácidos e ácidos graxos essenciais para restabelecer, na medida do possível, esse equilíbrio” – atuação esta que, por si só, também acaba viabilizando a conquista do peso ideal, já que contempla a reeducação alimentar. No entanto, a própria Associação alerta para o fato de que ainda existem muitas distorções em torno dessa abordagem médica, sobretudo no que se refere às propagandas em torno de emagrecimento e de dietas intituladas como “ortomoleculares”.

 

Mas, então, de que forma a prática ortomolecular auxilia na perda de peso?

Conforme acabamos de registrar, é preciso ter em vista que, na realidade, não existem “dietas ortomoleculares”: o que existe são dietas específicas para atender às necessidades de cada indivíduo, e com resultados bastante eficazes, ainda que a ortomolecular seja classificada somente como uma prática complementar/“alternativa”.

No que diz respeito ao tratamento para emagrecimento, efetivamente, a perspectiva da ortomolecular: 1) abrange o histórico de vida do paciente (a chamada “anamnese”), 2) analisa o seu quadro clínico por meio de exames (entre eles, o exame de mineralograma capilar, que identifica se há intoxicação por algum metal pesado e também se há deficiência de minerais) e 3) prescreve as medicações necessárias (fórmulas manipuladas) para promover o equilíbrio no seu organismo, corrigindo as carências e também os excessos de vitaminas e minerais nele presentes. Além disso, o especialista também indica uma dieta que, tanto quanto possível, incluirá o consumo de produtos naturais (diminuindo significativamente a ingestão de produtos industrializados), de modo a favorecer o funcionamento do intestino, a eliminação de toxinas e a queima de gorduras. Daí a necessidade de que o paciente se reeduque em relação à alimentação.

Na Corpuris Salus, a prática ortomolecular está entre as técnicas adotadas para os tratamentos de emagrecimento propostos pelo renomado dr. Anderson Bertolini, para quem o paciente precisa ser visto de uma forma individualizada e integrada, como um ser único e especial, no qual tudo precisa estar em harmonia.

Membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, o dr. Bertolini considera que “emagrecer é fácil”: o difícil mesmo é “ser magro”, mantendo-se no peso ideal. Assim, adepto da Medicina Integrativa, ele reúne técnicas convencionais e alternativas para tratar cada paciente, contando com a ortomolecular para equilibrar o organismo.

Para saber mais a respeito do tratamento de emagrecimento na Corpuris Salus e dos seus diferenciais, agende a sua consulta pelo telefone (11) 4550-1420/1421 ou pelo WhatsApp (11) 9-8348-0349 e prepare-se para se surpreender com os resultados!

 

Comments

comments

Comments

comments